Operação no Shopping Oiapoque recolhe mercadorias sem nota e apura venda de celulares roubados
- 21 de mai.
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Ação conjunta da Receita Federal e da PM fiscalizou lojas de celulares, roupas e acessórios no Centro de Belo Horizonte nesta quinta (21/5); estabelecimentos seguiram abertos.
Uma operação conjunta da Receita Federal e da Polícia Militar de Minas Gerais mobilizou equipes no Shopping Oiapoque, no Centro de Belo Horizonte, nesta quinta-feira (21/5), para fiscalizar lojas suspeitas de vender mercadorias importadas sem comprovação regular de entrada no país. A ação teve como foco estabelecimentos de celulares, roupas e acessórios.
Ao todo, cerca de 60 agentes
Ao todo, cerca de 60 agentes participaram da fiscalização, sendo 30 servidores da Receita Federal e 30 policiais militares. Durante o trabalho, as equipes verificaram documentos fiscais e a procedência dos produtos comercializados no centro popular.
Segundo informações divulgadas sobre a operação
Segundo informações divulgadas sobre a operação, os fiscais recolheram mercadorias estrangeiras quando os lojistas não apresentaram notas fiscais ou documentação compatível com o endereço da loja. A Receita também apurou possíveis irregularidades relacionadas à receptação e à venda de aparelhos celulares roubados.

O Shopping Oiapoque é um dos centros de comércio popular mais conhecidos
O Shopping Oiapoque é um dos centros de comércio popular mais conhecidos da capital mineira, com grande circulação de consumidores em busca de eletrônicos, vestuário e calçados. O espaço funciona em modelo de condomínio, com lojistas atuando de forma independente.
Apesar da apreensão de produtos
Apesar da apreensão de produtos, as lojas fiscalizadas não foram lacradas, e os estabelecimentos puderam continuar funcionando com mercadorias consideradas regulares. A contagem e a triagem dos itens recolhidos devem ocorrer nos depósitos da Receita Federal.
A administração do Shopping Oiapoque foi procurada
A administração do Shopping Oiapoque foi procurada por veículos que acompanharam a operação, mas ainda não havia posicionamento informado até a publicação das reportagens consultadas.




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