Fábrica de roupas falsificadas é desarticulada e quantia milionária em mercadorias apreendida

Produtos que eram fabricados em Santa Catarina imitavam marcas luxuosas internacionalmente conhecidas
Uma quantia milionária em roupas falsificadas foi apreendida nesta quinta (7) em uma ação de combate à pirataria no município de Brusque, no Vale do Itajaí. A operação visou a desarticulação de um esquema criminoso de fabricação e venda dos produtos, que imitavam, de forma ilegal, marcas de luxo internacionalmente conhecidas. Além dos itens de vestuário, máquinas utilizadas na produção também foram encaminhadas à delegacia para os procedimentos cabíveis.
A Operação Fake Brand 2 – marca falsa, em português – foi coordenada pela Delegacia de Investigação de Crimes Ambientais e contra as Relações de Consumo (DCAC/DEIC), com o intuito de combater uma organização criminosa especializada em pirataria e violação de direitos de marca em Santa Catarina. Após um processo investigativo, a operação foi deflagrada nesta quinta com o cumprimento de sete mandados de busca e apreensão em locais relacionados aos investigados, como residências, estabelecimentos comerciais e galpões utilizados para fabricação, armazenamento e distribuição.

Nos referidos endereços, os agentes localizaram uma grande quantidade de itens “piratas”, incluindo marcas de luxo e esportivas, além de grandes máquinas e outros insumos utilizados para falsificar peças. Os itens foram apreendidos e encaminhados à delegacia para os procedimentos legais cabíveis. A quantia total apreendida não foi revelada. As investigações seguem para comprovar a origem ilegal das peças e identificar a participação de outros envolvidos no esquema criminoso.
Vale lembrar que a pirataria é tratada como crime pelo Código Penal Brasileiro, que estabelece pena de três meses a um ano de prisão. No caso de venda, como ocorreu neste episódio em Brusque, a punição é mais severa e varia de dois a quatro anos de reclusão, além do sequestro de bens.




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